Num momento em que Portugal, e toda a União Europeia, atravessam uma das mais profundas crises financeiras da sua história, torna-se ainda mais necessário um olhar atento sobre a problemática da infecção por VIH/SIDA. Ao mesmo tempo que se defende a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde, é indispensável assegurar que a preocupação com a infecção VIH/SIDA continua no centro das políticas de saúde e não permitir a fragilização das estruturas existentes.
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